quarta-feira, 10 de março de 2010

Confira as estreias de 5/3/2010

ndicados ao Oscar, 'Coração louco' e 'Direito de amar' são destaque.
Leia críticas e assista aos trailers dos filmes que entram em cartaz.
Do G1, em São Paulo
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ATENÇÃO: As críticas a seguir são baseadas no julgamento da equipe de jornalistas do G1 e das agências de notícias parceiras do portal.

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CORAÇÃO LOUCO
(Crazy heart)
EUA, 2009 / Drama
Direção: Scott Cooper
Elenco: Jeff Bridges, Robert Duvall, Colin Farrell.

Crítica - "Coração louco", que pode trazer o Oscar a Jeff Bridges neste domingo, conta a história de Bad Blake, um cantor country em queda livre na carreira e na vida. Ele já foi famoso e rico, mas agora sustenta-se com apresentações em bares e boliches decadentes nos quatro cantos do país.Interpretando seu papel com naturalidade e segurança, Bridges injeta carisma e algum humor num personagem francamente desagradável, que não inspira simpatia à primeira vista. O ator canta, aliás, com a própria voz, usando suas próprias imperfeições vocais para a caracterização da decadência de Blake. (Neusa Barbosa, do Cineweb)

DIREITO DE AMAR
(A single man)
EUA, 2009 / Drama
Direção: Tom Ford
Elenco: Colin Firth, Julianne Moore.

Crítica - Não fosse a interpretação melancólica do ator inglês Colin Firth, “Direito de amar” poderia soar como um daqueles comerciais de grifes de luxo dirigidos por cineastas. O excesso de apuro estético em figurinos vintage, a escalação numerosa de modelos no elenco de apoio e câmeras lentas ao som de música clássica por pouco não comprometem o primeiro filme do estilista Tom Ford. Não à toa, Firth disputa em pé de igualdade com Jeff Bridges o Oscar de melhor ator, graças ao papel do professor George, que opta pelo suicídio por não suportar a perda de seu companheiro, Jim, com quem teve uma união feliz por 16 anos. Mesmo com Firth absoluto em cena, sobra espaço para Julianne Moore, que interpreta com brilhantismo a doidinha Charley, eterna apaixonada pelo melhor amigo gay. (Dolores Orosco, do G1)

O AMOR ACONTECE
(Love happens)
Canadá, 2009 / Romance
Direção: Brandon Camp
Elenco:  Aaron Eckhart, Jennifer Aniston, Martin Sheen.
Crítica - Esqueça que um dia você viu "Friends" e tire Rachel definitivamente de sua cabeça porque, em "O amor acontece", Jennifer Aniston consegue fugir do papel que a celebrizou na TV e no qual seus fãs querem eternizá-la. Ela continua capaz de fazer algumas caras adoráveis, mas agora como uma mulher madura que sabe o que quer, longe de amigos enrolados. O filme tem os ingredientes comuns aos romances, mesmo abordando um tema mais sério, que é o da manipulação imposta por gurus de autoajuda a pessoas fragilizadas. Não espere um filme pesado, porque o tema é tratado com leveza, sem perder o bom humor. (Luiz Vita, do Cineweb)

TOY STORY 2 - 3D
(Idem)
EUA, 1999 / Animação
Direção: John Lasseter
Vozes de: Tom Hanks, Tim Allen, John Cusack.

Crítica -  A nova versão de "Toy story" - lançado originalmente em 1995, marcando a estreia da Pixar nos longas -  não traz cenas novas, apenas o 3D em alguns momentos do filme, o que deve realçar não apenas o colorido, mas a qualidade da animação da Pixar, que foi se aperfeiçoando ao longo dos anos. Como boa parte do público-alvo do filme não era nem nascida quando da estreia, "Toy story" pode ser uma experiência nova no cinema. (Reuters)

Tobey Maguire e Natalie Portman em cena de 'Entre irmãos' (Foto: Divulgação)

ENTRE IRMÃOS
(Brothers)
EUA, 2009 / Drama
Direção: Jim Sheridan
Elenco: Jake Gyllenhall, Natalie Portman, Tobey Maguire.

Crítica - "Entre irmãos" é um remake em inglês do filme dinamarquês "Brothers" (2004), de Susanne Bier ("Depois do casamento"), mantendo praticamente intacta a linha narrativa, com pequenas adaptações para adequar-se à realidade norte-americana. Ao mostrar atrocidades interferindo no melodrama doméstico, Sheridan levanta a discussão sobre a intervenção dos Estados Unidos em países como Afeganistão e Iraque. Mas o retrato que faz dos dois ambientes não traz nada de novo sobre a guerra ou sobre os pequenos dramas que acontecem nas cozinhas, salas e quartos, enquanto os soldados estão no campo de batalha. (Alysson Oliveira, do Cineweb)
 

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