Leia críticas e assista aos trailers dos filmes que entram em cartaz.
ATENÇÃO: As críticas a seguir são baseadas no julgamento da equipe de jornalistas do G1 e das agências de notícias parceiras do portal.
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| | CORAÇÃO LOUCO (Crazy heart) EUA, 2009 / Drama Direção: Scott Cooper Elenco: Jeff Bridges, Robert Duvall, Colin Farrell. Crítica - "Coração louco", que pode trazer o Oscar a Jeff Bridges neste domingo, conta a história de Bad Blake, um cantor country em queda livre na carreira e na vida. Ele já foi famoso e rico, mas agora sustenta-se com apresentações em bares e boliches decadentes nos quatro cantos do país.Interpretando seu papel com naturalidade e segurança, Bridges injeta carisma e algum humor num personagem francamente desagradável, que não inspira simpatia à primeira vista. O ator canta, aliás, com a própria voz, usando suas próprias imperfeições vocais para a caracterização da decadência de Blake. (Neusa Barbosa, do Cineweb) |
| | DIREITO DE AMAR (A single man) EUA, 2009 / Drama Direção: Tom Ford Elenco: Colin Firth, Julianne Moore. Crítica - Não fosse a interpretação melancólica do ator inglês Colin Firth, “Direito de amar” poderia soar como um daqueles comerciais de grifes de luxo dirigidos por cineastas. O excesso de apuro estético em figurinos vintage, a escalação numerosa de modelos no elenco de apoio e câmeras lentas ao som de música clássica por pouco não comprometem o primeiro filme do estilista Tom Ford. Não à toa, Firth disputa em pé de igualdade com Jeff Bridges o Oscar de melhor ator, graças ao papel do professor George, que opta pelo suicídio por não suportar a perda de seu companheiro, Jim, com quem teve uma união feliz por 16 anos. Mesmo com Firth absoluto em cena, sobra espaço para Julianne Moore, que interpreta com brilhantismo a doidinha Charley, eterna apaixonada pelo melhor amigo gay. (Dolores Orosco, do G1) |
| | O AMOR ACONTECE (Love happens) Canadá, 2009 / Romance Direção: Brandon Camp Elenco: Aaron Eckhart, Jennifer Aniston, Martin Sheen. Crítica - Esqueça que um dia você viu "Friends" e tire Rachel definitivamente de sua cabeça porque, em "O amor acontece", Jennifer Aniston consegue fugir do papel que a celebrizou na TV e no qual seus fãs querem eternizá-la. Ela continua capaz de fazer algumas caras adoráveis, mas agora como uma mulher madura que sabe o que quer, longe de amigos enrolados. O filme tem os ingredientes comuns aos romances, mesmo abordando um tema mais sério, que é o da manipulação imposta por gurus de autoajuda a pessoas fragilizadas. Não espere um filme pesado, porque o tema é tratado com leveza, sem perder o bom humor. (Luiz Vita, do Cineweb) |
| | TOY STORY 2 - 3D (Idem) EUA, 1999 / Animação Direção: John Lasseter Vozes de: Tom Hanks, Tim Allen, John Cusack. Crítica - A nova versão de "Toy story" - lançado originalmente em 1995, marcando a estreia da Pixar nos longas - não traz cenas novas, apenas o 3D em alguns momentos do filme, o que deve realçar não apenas o colorido, mas a qualidade da animação da Pixar, que foi se aperfeiçoando ao longo dos anos. Como boa parte do público-alvo do filme não era nem nascida quando da estreia, "Toy story" pode ser uma experiência nova no cinema. (Reuters) |
Tobey Maguire e Natalie Portman em cena de 'Entre irmãos' (Foto: Divulgação) | ENTRE IRMÃOS (Brothers) EUA, 2009 / Drama Direção: Jim Sheridan Elenco: Jake Gyllenhall, Natalie Portman, Tobey Maguire. Crítica - "Entre irmãos" é um remake em inglês do filme dinamarquês "Brothers" (2004), de Susanne Bier ("Depois do casamento"), mantendo praticamente intacta a linha narrativa, com pequenas adaptações para adequar-se à realidade norte-americana. Ao mostrar atrocidades interferindo no melodrama doméstico, Sheridan levanta a discussão sobre a intervenção dos Estados Unidos em países como Afeganistão e Iraque. Mas o retrato que faz dos dois ambientes não traz nada de novo sobre a guerra ou sobre os pequenos dramas que acontecem nas cozinhas, salas e quartos, enquanto os soldados estão no campo de batalha. (Alysson Oliveira, do Cineweb) |
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