domingo, 22 de novembro de 2009

Linha vã
Andréa Motta




Linha vã
Andréa Motta


Singra o olhar nas vagas
Incertas do sonho.
Cede à brisa
A vertigem do poema

Uma andorinha voa
No céu da boca.
Cede à tempestade
O imaginário do verso

Fragmentado,
Não é incapaz
De alimentar a palavra
Que se faz rito


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